domingo, 20 de março de 2011

O exemplo de São José

"O exemplo de São José é para todos nós um forte convite a desempenhar com fidelidade, simplicidade e humildade a tarefa que a Providência nos destinou. Penso antes de tudo, nos pais e nas mães de família, e rezo para que saibam sempre apreciar a beleza de uma vida simples e laboriosa, cultivando com solicitude o relacionamento conjugal e cumprindo com entusiasmo a grande e difícil missão educativa."

(Sua Santidade, Papa Bento XVI, Mensagem durante a oração do Ângelus, no dia 19 de abril de 2006, fonte: http://www.vatican.va/).

quinta-feira, 17 de março de 2011

Orações a São José


ORAÇÃO
Ó Deus, que por uma inefável providência, vos dignastes escolher o bem-aventurado São José, para esposo de vossa Mãe Santíssima, concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como protetor, mereçamos tê-lo no Céu, como intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém.

Oração a SÃO JOSÉ
Para pedir a graça de uma boa morte
São José, que morrestes nos braços de JESUS e de MARIA, meu amável protetor, socorrei-me em todas as necessidades e perigos da vida, mas principalmente na hora suprema, vindo suavizar minhas dores, enxugar minhas lágrimas, fechar suavemente meus olhos, enquanto pronunciar: JESUS, MARIA e JOSÉ, eu vos amo, salvai minha alma. Amém.


ORAÇÃO DE SÃO CLEMENTE
São José, ó meu terno pai, ponho-me para sempre sob a vossa proteção; considerai-me como vosso filho e preservai-me de todo o pecado. Lanço-me aos vossos braços para que me acompanheis no caminho da virtude, e me assistais na hora da morte.
JESUS, MARIA e JOSÉ, eu vos dou o meu coração e minha alma.
JESUS, MARIA e JOSÉ, assisti-me na última agonia.
JESUS, MARIA e JOSÉ, expire em paz entre vós, a minha alma. Amém.

CONSAGRAÇÃO A SÃO JOSÉ
Ó glorioso São José, que Deus escolheu para pai adotivo de Jesus, para esposo puríssimo da Virgem Maria e chefe da Sagrada Família, e que o Sumo Pontífice declarou Padroeiro e Protetor da Igreja, fundada por Jesus, eu recorro a vós neste momento e imploro, com a maior confiança, o vosso poderoso auxílio para toda a Igreja militante.

Protegei especialmente, com o vosso amor verdadeiramente paternal, o Vigário de CRISTO e todos os Bispos e Sacerdotes, unidos à Santa Sé de Pedro.

Defendei os que trabalham, pela salvação das almas, entre as angústias e tribulações desta vida, e fazei que todos os povos da terra se sujeitem docilmente à Igreja, que é o meio de salvação necessário para todos.

Dignai-vos também, meu querido São José, aceitar a consagração que vos faço de mim mesmo. Eu me ofereço todo a Vós, para que sejais sempre o meu pai, o meu protetor e o meu guia no caminho da salvação. Alcançai-me uma grande pureza de coração e um amor ardente à vida interior.

Fazei que, seguindo o seu exemplo, todas as minhas obras sejam dirigidas para a maior glória de Deus, em união com o Coração Divino de Jesus e com o Coração Imaculado de Maria, e convosco. Amém.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Documentos Pontifícios sobre São José


Carta apostólica Inclytum Patriarcham de Pio IX

Decreto da proclamação de S. José como Patrono da Igreja por Pio IX
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Bonum Sane de Bento XV

Quanquam Pluries de Leão XIII

Le voci che da tutto de João XXIII

Redemptoris Custos do Beato João Paulo II

As 7 dores e os 7 gozos de S. José




1 - Dor de pensar em deixar Maria, gozo em receber a mensagem do Anjo.
2 - Dor de ver Jesus nascer na gruta de Belém, gozo ao vê-Lo adorado pelos Anjos, pastores e reis magos.
3 - Dor de derramar o sangue do Menino Jesus na circuncisão; gozo ao dar-lhe o nome de Jesus.
4 - Dor ao ver a espada de Simeão apresentada a Maria; gozo ao ver Ana e Simeão louvando o Menino.
5 - Dor do desterro para o Egito; gozo ao ver os ídolos caírem dos pedestais.
6 - Dor de não poder voltar para Jerusalém, gozo ao voltar para Nazaré.
7 - Dor da perda de Jesus em Jerusalém aos 12 anos; gozo ao encontrá-lo entre os doutores.

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Oração

Ó glorioso Patriarca São José, animado de uma fé viva, chego ao vosso trono de glória, em que firmíssimamente Deus vos colocou pelos méritos de Jesus e de Maria, por vossos especiais méritos e virtudes. Eu vos peço que me alcanceis a graça de livrar-me dos sete pecados capitais, e que fique firme e constante nas virtudes a eles contrárias, e adornado dos sete dons do Espírito Santo, e que ame com fervor a Jesus e a Maria.

quinta-feira, 10 de março de 2011

O Culto de Protodulia a São José



Sabemos que há três espécies de culto em relação ao objecto.
O culto de LATRIA, é devido só a Deus. HIPERDULIA, especial culto tributado à Mãe de Deus, Rainha dos santos e singular criatura.
DULIA, o culto dos santos.
O culto de S. José não se pode comparar ao de Maria, por Ela ser a Mãe Santíssima, nossa Co-Redentora e Mãe de Deus. Todavia, não pode ser igual ao dos demais santos, uma vez que ele é o maior dos santos e singular entre todos, como sabemos, pelas prerrogativas que possui. A Igreja celebra a memória de S. José, de modo singular na Sagrada Liturgia, com “honras sumas e sumos louvores”, diz o Papa beato Pio IX (1846-1878), e repete estas expressões em vários documentos da Igreja. Por isso, o culto de S. José costuma ser chamado de SUMA DULIA, ou PROTODULIA, culto acima do dos santos: DULIA. E abaixo do de Maria: HIPERDULIA.
Esse culto de SUMA DULIA foi pedida ao Papa beato Pio IX pelo Padres do Concílio Vaticano I (1870). Em nada se opõe à fé e está conforme à dignidade e aos privilégios singulares do maior dos santos.
Nos últimos tempos tem-se introduzido na Sagrada Liturgia o nome de S. José nas Ladainhas Maiores, no rito da Extrema Unção, e da assistência aos agonizantes, em várias orações da Santa Missa e do Breviário.
Antes da reforma litúrgica de 1970, havia a festa do Patrocínio da 4ª. Feira depois do 2º. Domingo da Páscoa, com Santa Missa e ofício próprios e oitava comum.
O Ritual tem bênção de dois escapulários de S. José: uma própria dos capuchinhos, outra dos carmelitas. Há bênção para o anel em honra de S. José.
O culto de SUMA DULIA, ou PROTODULIA, tem inúmeras e tocantes manifestações na Sagrada Liturgia e na devoção dos fiéis.

Enviado por Mariano Araújo, da Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Edmonton, Alberta, Canadá.

O GLORIOSO SÃO JOSÉ (Prof Felipe Aquino)



São Mateus afirma em seu Evangelho que São José “era um homem justo” (Mt 1,19). Isto, na linguagem bíblica, significa um homem repleto de todas as virtudes, de santidade completa, perfeito.
Jesus quis ter um pai na terra: O anjo do Senhor, aparecendo-lhe em sonho, diz-lhe: “José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que ela concebeu é obra do Espírito Santo” (Mt. 1,20).

Coube a S. José dar o nome ao Filho de Deus humanado. O Anjo lhe disse: “Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados. Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor falou pelo profeta” (Mt 1, 21-22).

Em uma aparição a Santa Margarida de Cortona, disse Jesus: “Filha, se desejas fazer-me algo agradável, rogo-te não deixeis passar um dia sem render algum tributo de louvor e de bênção ao meu Pai adotivo São José, porque me é caríssimo”.

Santo Afonso de Ligório (†1787), doutor da Igreja, garantia que todo dom ou privilégio que Deus concedeu a outro Santo também o concedeu a São José.

São Francisco de Sales (†1655), doutor da Igreja, diz que "São José ultrapassou, na pureza, os Anjos da mais alta hierarquia".

São Jerônimo (†420), doutor da Igreja, diz que: “José mereceu o nome de “Justo”, porque possuía de modo perfeito todas as virtudes”.

São Bernardo (†1153), doutor da Igreja: “De sua vocação, considerai a multiplicidade, a excelência, a sublimidade dos dons sobrenaturais com que foi enriquecido por Deus”.

Se S.José foi escolhido para Esposo de Maria, a mais santa de todas as mulheres, é porque ele era o mais santo de todos os homens. Se houvesse alguém mais santo que José, certamente seria este escolhido por Jesus para Esposo de Sua Mãe Maria. Nós não pudemos escolher nosso pai e nossa mãe, mas Jesus pôde, então, escolheu os melhores que existiam.

São Francisco de Sales:
“Oh! que divina união entre Nossa Senhora e o glorioso São José; união que tornava José participante de todos os bens de sua cara Esposa e o fazia crescer maravilhosamente na perfeição, pela contínua comunicação com Ela, que possuía todas as virtudes em grau tão alto, que nenhuma criatura o pode atingir”.

Testemunho de Santa Teresa de Ávila (†1582), doutora da Igreja, devotíssima de São José. No “Livro da Vida”, sua autobiografia, ela escreveu:
“Tomei por advogado e senhor ao glorioso São José e muito me encomendei a ele. Claramente vi que dessa necessidade, como de outras maiores referentes à honra e à perda da alma, esse pai e senhor meu salvou-me com maior lucro do que eu lhe sabia pedir. Não me recordo de lhe haver, até agora, suplicado graça que tenha deixado de obter. Coisa admirável são os grandes favores que Deus me tem feito por intermédio desse bem-aventurado santo, e os perigos de que me tem livrado, tanto do corpo como da alma. A outros santos parece o Senhor ter dado graça para socorrer numa determinada necessidade.”
“Ao glorioso São José tenho experiência de que socorre em todas. O Senhor quer dar a entender com isso como lhe foi submisso na terra, onde São José, como pai adotivo, o podia mandar, assim no céu atende a todos os seus pedidos. Por experiência, o mesmo viram outras pessoas a quem eu aconselhava encomendar-se a ele. A todos quisera persuadir que fossem devotos desse glorioso santo, pela experiência que tenho de quantos bens alcança de Deus...De alguns anos para cá, no dia de sua festa, sempre lhe peço algum favor especial. Nunca deixei de ser atendida".

Cultos prestados pela Igreja:
Latria = adoração – a Santíssima Trindade
Dulia = veneração - aos Santos e Anjos
Hiper Dulia = super veneração – a Nossa Senhora Mãe de Deus
Proto – Dulia = primeira veneração – a São José.




No Evangelho consta que São José era carpinteiro: “Não é este o filho do carpinteiro?” (Mt 13, 55). Mas a expressão é mais genérica, pois diz “filius fabri”, quer dizer, filho de artesão.
Todo o povo judeu sabia que o Messias viria da tribo de Judá, e seria descendente do grande rei Davi. “Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebento brotará de suas raízes. Sobre ele repousará o Espírito do Senhor, Espírito de sabedoria e de entendimento, Espírito de prudência e de coragem, Espírito de ciência e de temor ao Senhor.” (Is 11, 1-2)
“Jacó gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado Cristo. Portanto, as gerações, desde Abraão até Davi, são quatorze. Desde Davi até o cativeiro de Babilônia, quatorze gerações. E, depois do cativeiro até Cristo, quatorze gerações.” (Mt 1, 16-17).

A vocação de São José foi a de representante do Pai Eterno junto a seu Filho Unigênito na terra. Por isso os autores místicos o chamam de “Sombra do Pai Celeste”; um privilégio especial só a ele concedido. Isto nos faz lembrar a palavra que diz: “Eu sou o Senhor, esse é meu nome, a ninguém cederei minha glória, nem a ídolos minha honra.” (Is 42,8).

São Basílio Magno (330-369), doutor da Igreja, diz: "Ainda que José tratasse sua mulher com todo afeto e amor e com todo o cuidado próprio dos cônjuges, entretanto se abstiveram dos atos conjugais" (Tratado da Virgem Santíssima, BAC, Madri, 1952, p. 36).

O Papa Pio XI quando proclamou São José Patrono universal da Igreja, disse: “Entre São José e Deus não vemos e não devemos ver senão Maria, por sua divina Maternidade”. “São José, depois de Maria, é o maior de todos os Santos”.

Papa Leão XIII disse na Encíclica Quamquam pluries:
“Muitos Padres da Igreja, de acordo com a Sagrada Liturgia, acreditam que o antigo José, filho do Patriarca Jacó, tenha figurado a pessoa e o ministério do nosso São José, e simbolizado, com o seu esplendor, a grandeza e a glória do futuro Custódio da Sagrada Família.”

Eis o que diz a respeito São Bernardo, doutor a Igreja:
“Lembra-te do grande Patriarca vendido para o Egito, e sabe que ele não só lhe herdou o nome, mas imitou-lhe também a castidade, mereceu-lhe a inocência e a graça. E se aquele José, vendido por inveja dos irmãos e conduzido ao Egito, prefigurou a venda de Cristo, o nosso José, fugindo da inveja de Herodes, levou Cristo para o Egito”.

Papa João Paulo II: “Precisamente em vista da sua contribuição para o mistério da Encarnação do Verbo, José e Maria receberam a graça de viverem juntos o carisma da virgindade e o dom do matrimônio. A comunhão de amor virginal de Maria e José, embora constitua um caso muito especial, ligado à realização concreta do mistério da Encarnação, foi todavia um verdadeiro matrimônio” (cf Exort. Apost. Redemptoris custos, 7).

São José é o patrono da boa morte: Santa Teresa, narrando a morte de suas filhas, devotas do Santo, dizia: “Tenho observado que, no momento de exalar o último suspiro, gozavam inefável paz e tranqüilidade; sua morte assemelhava-se ao doce repouso da oração. Nada indicava que estivessem interiormente agitadas por tentações. Essas divinas luzes me libertaram o coração do temor da morte. Morrer parece-me agora o que há de mais fácil para uma alma fiel”.
Liturgia:

O Papa Pio IX, no dia 8 de dezembro de 1870, declarou o glorioso São José, Padroeiro da Igreja Católica. Este mesmo Papa, em 08/12/1854, já tinha proclamado solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Nossa Senhora.

Em 1956, o papa Pio XII (1939-1958) instituiu a festa de São José Operário, a ser celebrada em rito duplo de primeira classe no dia 1º de maio, Dia Universal do Trabalho.

O Papa Leão XIII, no dia 15/8/1899, assinava a Encíclica “Quanquam Pluries” sobre São José, nos tempos difíceis da virada do século.
“Assim como Deus constituíra o antigo José filho do antigo patriarca Jacó, para presidir em toda a terra do Egito, a fim de conservar o trigo para os povos; assim, chegada à plenitude dos tempos, estando para enviar a terra o seu Unigênito Filho para redenção do mundo, escolheu outro José, de quem o primeiro era figura; constituiu-o Senhor e Príncipe de sua casa e de sua possessão, e elegeu-o custódio de seus principais tesouros.”

Orações a São José

COROA DAS SETE DORES E GOZOS DE SÃO JOSÉ
1 - Dor de pensar em deixar Maria, gozo em receber a mensagem do Anjo. Pai Nosso e Ave Maria.
2 - Dor de ver Jesus nascer na gruta de Belém, gozo ao vê-Lo adorado pelos Anjos, pastores e reis magos. Pai Nosso e Ave Maria.
3 - Dor de derramar o sangue do Menino Jesus na circuncisão; gozo ao dar-lhe o nome de Jesus. Pai Nosso e Ave Maria.
4 - Dor ao ver a espada de Simeão apresentada a Maria; gozo ao ver Ana e Simeão louvando o Menino. Pai Nosso e Ave Maria.
5 - Dor do desterro para o Egito; gozo ao ver os ídolos caírem dos pedestais. Pai Nosso e Ave Maria.
6 - Dor de não poder voltar para Jerusalém, gozo ao voltar para Nazaré. Pai Nosso e Ave Maria.
7 - Dor da perda de Jesus em Jerusalém aos 12 anos; gozo ao encontra-lo entre os doutores. Pai Nosso e Ave Maria.
Oração
Ó glorioso Patriarca São José, animado de uma fé viva, chego ao vosso trono de glória, em que firmíssimamente Deus vos colocou pelos méritos de Jesus e de Maria, por vossos especiais méritos e virtudes. Eu vos peço que me alcanceis a graça de livrar-me dos sete pecados capitais, e que fique firme e constante nas virtudes a eles contrárias, e adornado dos sete dons do Espírito Santo, e que ame com fervor a Jesus e a Maria. E para mais obrigar vosso compassivo coração, lembro-vos as sete maiores dores.

Consagração a SÃO JOSÉ
Glorioso São José, digno de ser entre os santos com especialidade venerado, amado e invocado, pelo primor de vossas virtudes, eminência de vossa glória e poder de vossa intercessão, perante a Santíssima Trindade, perante Jesus, vosso filho adotivo, e perante Maria, vossa castíssima Esposa, minha Mãe terníssima, tomo-vos hoje por meu advogado junto de ambos, por meu protetor e pai, proponho firmemente nunca esquecer-me de Vós, honrar-vos todos os dias que Deus me conceder, e fazer quanto em mim estiver, para inspirar vossa devoção aos que estão a meu encargo. Dignai-vos vo-lo peço ó pai do meu coração, conceder-me vossa especial proteção e admitir-me entre vossos mais fervorosos servos. Em todas as minhas ações assisti-me, junto de Jesus e Maria favorecei-me, e na hora da morte não me falteis, por piedade. Amém.

Cântico a São José
Vinde alegres cantemos,
A Deus demos louvor.
E ao pai exaltemos,
Sempre com mais fervor.
São José a vós nosso amor,
Sede nosso bom protetor,
Aumentai o nosso fervor.

Autor: Prof. Felipe Aquino

domingo, 20 de fevereiro de 2011

OCDS - PROVÍNCIA SÃO JOSÉ: ENTREVISTA COM FREI WILSON GOMES - NOVO DELEGADO P...

OCDS - PROVÍNCIA SÃO JOSÉ: ENTREVISTA COM FREI WILSON GOMES - NOVO DELEGADO P...: "1. Fale um pouco sobre você, para que possamos conhecê-lo melhor. - Sou frei Wilson, de São Pa..."

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Terço de São José


Medita-se nos Mistérios:

- O encontro da Virgem Maria e São José (noivado)
- São José é informado pelo Anjo que a Virgem Maria será a Mãe do Salvador
- No nascimento de Jesus, São José e a Virgem Maria adoram o Filho de Deus
- A fuga de São José com a Virgem Maria e o Menino Jesus para o Egito, para escapar do massacre dos inocentes ordenado pelo rei Herodes
- São José retorna a Nazaré, após a morte do rei Herodes, com a Virgem maria e Jesus

Nas contas grandes - Meu glorioso São José, em vossas maiores aflições e tribulações, o Anjo não vos valeu?
Valei-me, São José!

Nas contas pequenas - São José, valei-me!

Oferecimento

A Vós, glorioso São José, ofereço este Terço em louvor e glória a Jesus, Maria e a Vós, para que sejais minha luz, meu guarda, meu guia, minha proteção, defesa, amparo, fortaleza e alegria em todos os meus trabalhos, tribulações e agonias.
Pelo Nome de Jesus e pela glória de Maria, imploro o Vosso poderoso patrocínio, para que me alcanceis a graça que tanto necessito.
Falai em meu favor, advogai a minha causa, diante de Cristo Jesus, no Céu, na terra, e alegrai a minha alma, para honra e glória de Jesus, de Maria e Vossa. Amém.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

José de Nazaré!


"Mundo cristão afora, onde estão Jesus e Maria, lá está José. Pelo lugar que ocupa na singular família de Nazaré, o silêncio e o mistério que o cercam, podem ser intrigantes. Poucas referências nos evangelhos e nenhuma palavra dele. A cidade onde criou sua família, a insignificante Nazaré, na Galileia, teria entre 200 e 500 habitantes e nem é mencionada fora do Novo Testamento. Aí, é até lembrada com certo desdém: Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? (Jo 1,46)

Tempos difíceis aqueles, na Galileia, sob o governo de Herodes Antipas apoiado pelo poder romano (4 a.C. a 39 d.C.). Envolvido em dois grandes empreendimentos, a reconstrução de Séforis (a 6 km de Nazaré) e a fundação de Tiberíades, Herodes aumentava ainda mais a tributação sobre os camponeses e artesãos das aldeias. Nos evangelhos aparecem ecos do descontentamento e revoltas populares.

Este foi o cenário da vida de Maria, a Mãe de Jesus, e de José, seu pai adotivo. Neste ambiente, viveu e “cresceu em idade, sabedoria e graça” aquele que veio armar sua tenda no meio de nós. Enquanto Maria e José estavam casados, ainda sem coabitar, Maria, cheia de graça, se encontrou milagrosamente grávida. Surpreendido pela inusitada gravidez, José viveu o dilema de entregar sua amada esposa à justiça da Lei de Moisés, rigorosa nos casos de adultério. Discernindo melhor, José decidiu abandonar Maria secretamente*. A situação mereceu uma intervenção de anjos. E José assumiu a missão de ser esposo de Maria e, para todos os efeitos, pai adotivo de Jesus.

Coube a José a responsabilidade de cuidar da manutenção da família, uma família entre “os pobres de Javé”, aqueles que esperavam no Senhor. Junto com Maria, José criou e educou Jesus, formando-o para a vida tendo presente as tradições, costumes e práticas do judaísmo, a observância do sábado e das festas e iniciação na vida de trabalho.

Pé no chão, em silêncio, disponível e fiel a Deus, José viveu preocupações e alegrias nos misteriosos caminhos de Deus para ele, na missão de esposo de Maria e pai de Jesus. Deslocamento com Maria grávida, fuga clandestina, enfrentamento do mundo desconhecido no exí­lio, retorno... E o cotidiano de Nazaré, como carpinteiro, trabalhador diarista, artesão. Quem sabe, por necessidade ou exigência de mão-de-obra, com Jesus jovem, José foi trabalhador explorado, em Séforis e Tiberíades.

Agraciado, José pautou sua vida pela vontade de Deus. Eis que venho, ó Deus, para fazer a tua vontade! (Heb 10,7)

* Num encontro de Novena de Natal, na periferia de Goiânia, uma mulher pobre e analfabeta, deu sua versão do impasse de José: “Imagine, José abandonar Maria... ele estava só fazendo de conta. Ele amava Maria, nunca ia deixá-la”. "

Autora: Irmã Paula de S. José Gobbi, ISJ.

Fonte:
http://vocacionadosdedeusemaria.blogspot.com

domingo, 19 de dezembro de 2010

Papa confia todos os pastores a São José

Ao rezar o Ângelus de hoje

CIDADE DO VATICANO, domingo, 19 de dezembro de 2010 (ZENIT.org) -

"A São José, padroeiro da Igreja universal, confio todos os pastores", disse o Papa hoje, antes de rezar o Ângelus, junto a milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.
Ao mesmo tempo, exortou todos esses guias a oferecerem, "humilde e quotidianamente, aos fiéis cristãos e ao mundo inteiro, as palavras e os gestos de Cristo".
Bento XVI convidou a venerar o pai adotivo de Jesus, "porque nele se pode vislumbrar o homem novo, que olha para o futuro com confiança e coragem, não segue o seu próprio projeto, mas se entrega totalmente à infinita misericórdia d'Aquele que torna realidade as profecias e abre o tempo da salvação".
O Pontífice destacou que São José "anuncia as maravilhas do Senhor, testemunhando a virgindade de Maria, a ação livre de Deus e protegendo a vida terrena do Messias".
Indicou que São José é apresentado no Evangelho do 4º domingo do Advento como "um homem justo, fiel à lei de Deus, disponível para fazer a sua vontade" e "por isso entra no mistério da Encarnação".
Citando o "Comentário do Evangelho segundo São Lucas", de Santo Ambrósio, o Papa sublinhou a dignidade da qualidade do testemunho de São José.
Este santo, comentou o Pontífice, depois de receber em sonhos as indicações do anjo, abandonando "a ideia de repudiar em segredo Maria, toma-a consigo, porque agora os seus olhos veem nela a obra de Deus".
"Apesar de ter experimentado turbação - prossegue -, José ‘fez como o anjo do Senhor havia mandado', certo de estar cumprindo o que é justo. Colocando o nome de ‘Jesus' nesse Menino que rege todo o universo, ele se situa nas filas dos servos humildes e fiéis, como os anjos e os profetas, os mártires e os apóstolos."
Finalmente, o Papa desejou "que a nossa vida possa aderir cada vez mais à Pessoa de Jesus" e que, "no Natal que se aproxima, os nossos olhos se abram e vejam Jesus, e o coração se alegre neste admirável encontro de amor".

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

"José, seu marido, era justo" (Mt 1,19)


Do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo São Mateus (Mt 1, 16-25):

"16 Jacó foi o pai de José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Messias.
17 Assim, as gerações desde Abraão até David são quatorze; de David até ao exílio na Babilónia, quatorze gerações; e do exílio na Babilónia até ao Messias, quatorze gerações.

18 A origem de Jesus, o Messias, foi assim: Maria, sua Mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, Ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo.
19 José, seu marido, era justo. Não queria denunciar Maria e pensava em deixá-la, sem ninguém saber.
20 Enquanto José pensava nisso, o Anjo do Senhor apareceu-lhe em sonho e disse:
"José, filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como esposa, porque Ela concebeu pela ação do Espírito Santo.
21 Ela dará à luz um Filho, ao qual darás o nome de Jesus, pois Ele vai salvar o seu povo dos seus pecados".

22 Tudo isto aconteceu para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta:
23 "Vede: a Virgem conceberá e dará à luz um Filho. Ele será chamado Emanuel, que quer dizer: Deus está conosco".

24 Quando acordou, José fez conforme o Anjo do Senhor havia mandado: levou Maria para casa,
25 e, sem ter relações com Ela, Maria deu à luz um Filho. E José deu-Lhe o nome de Jesus."
Palavra da Salvação!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Renovando nossa amizade com São José, pelos textos de Sta Teresa de Jesus...

queridos devotos de São josé...
















...'to mei por advogado e senhor o glorioso São José, encomendando-me muito a ele.
Vi com clareza que esse pai e senhor meu me salvou, fazendo mais do que eu podia pedir, tanto dessa necessidade como de outras maiores, referentes à honra e à perda da alma.
Não me lembro até hoje de ter-lhe suplicado algo que ele não tenha feito.
Espantam-me muito os grandes favores que Deus me conce deu através desse bem-aventurado Santo, e os perigos, tanto do corpo como da alma, de que me livrou.
Se a outros santos o Senhor parece ter concedido a graça de socorrer numa dada necessidade, a esse Santo glorioso, a minha experiência mos tra que Deus permite socorrer em todas, querendo dar a entender, que São José, por ter-Lhe sido submisso na terra, na qualidade de pai adotivo, tem no céu todos os seus pedidos atendidos.
O mesmo viram, por experiência própria, outras pessoas a quem aconselhei que se encomendassem a ele, também por experiência; e há hoje muitas que lhe são devotas de novo, experimentando essa verdade.
Eu procurava festejá-lo com toda a solenidade, movida mais pela vai dade do que pelo espírito, querendo que tudo fosse perfeito e primoroso, em bora com boa intenção.
Eu queria persuadir todos a serem devotos desse glorioso Santo, pela mi nha grande experiência de quantos bens ele alcança de Deus.
conheço nenhuma pessoa que realmente lhe seja devota e a ele se dedique particularmente, que não progrida na virtude; porque ele ajuda muito as almas que a ele se encomendam.
Há alguns anos, sempre lhe peço, em seu dia, alguma coisa, nunca deixando de ser atendida.
Se a petição vai algo torcida, ele a endireita para maior bem meu.
Só peço, pelo amor de Deus, que quem não me crê o experimente, vendo por ex pe riência o grande bem que é encomendar-se a esse glorioso patriarca e ter-lhe devoção.
As pes soas de oração, em especial, deveriam ser-lhe afeiçoadas; não sei como se pode pensar na Rainha dos Anjos, no tempo em que tanta angústia passou com o Menino Jesus, sem se dar graças a São José pela ajuda que lhes prestou.
Quem não encontrar mestre que ensine a rezar tome por mestre esse glorioso Santo, e não errará no caminho.
Pois ele mostrou quem é ao fazer que eu me levantasse, andasse, e não mais ficasse paralítica. Também eu mostrei quem sou, usando tão mal esse favor.'
do livro da Vida,
Cap 6,
Santa Teresa de Jesus.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

"São José é o Maior!

  


SÃO JOSÉ É O MAIOR


(Pe. Manuel de Alencar, 1886-1924)


"Um dia à porta do céu


Foi bater com muita fé


Um esfarrapado devoto


Do nosso Pai São José



Logo abre-lhe a porta São Pedro


E vai gritando ¬ Quem é?


¬ Sou eu São Pedro, um devoto


Do nosso Pai São José!...



Donde é que bem Voss’mecê,


Cheirando tanto a café? ..


¬ São Pedro sou brasileiro,....


E venho lá de Tefé! .



Se de lá vem, diz São Pedro,


Quem sabe não é pajé?!


¬ Saberá fazer feitiço


Com dente de Jacaré?!



¬ Deus me livre. Grande Santo


Que nada fiz contra a Fé!...


Santo não; mas fui devoto


Do nosso Pai São José. .



¬Passe pra cá meu livrinho,


A sua conta corrente...


Vamos ver se lá por baixo


Você viveu cristãmente...




Oh! Trabalhar nos domingos


Isso é pecado mortal, .


Pois é a lei que nos domingos


Descanse até animal. .



Ah! Foi no tempo São Pedro


Em que eu era seringueiro...


Foi no tempo em que a borracha


Ainda dava dinheiro.



¬ Aqui também está marcado


Que raramente ia à Missa...


Então por que?... Por desprezo,


Por descuido, ou por preguiça?...



¬ Confessou-se uma só vez:


¬ No dia do casamento!...


Só recebeu nesse dia


O Santíssimo Sacramento



¬ E por desgraça suprema,


Que me causa compaixão,


Não teve Padre na morte,


E morreu sem confissão...



¬ Meu amigo, eu lhe aconselho:


Não se apresente ao Eterno!...


No Céu não acha lugar:


¬ Foi condenado ao Inferno...



Esmagado pelo dor,


O triste mísero réu


Ao lado do seu saquinho


Sentou-se à porta do Céu.



Nisto, um anjinho bem loiro


Com linda estrela na testa,


Veio olhar pela janela,


Mostrando uns ares de festa.



Meu bem, ¬ (lhe diz o devoto),


¬ Vá dizer a São José


Que foi logo ao Pai Eterno


E perguntou: ¬ Como é?!...



¬ Chegou-me agora aos ouvidos,


Ó Divino Pai Eterno,


Que um pobre devoto meu


Foi condenado ao Inferno.



¬ Não me queixo da Justiça


Nem da vossa Divindade,


Mas agora em parte alguma


Terei mais autoridade!...



¬ Devo pois me retirar,


Ao mundo, se for preciso,


Mas sem prestígio nem força


Não fico no Paraíso!...



E deixando o Pai Eterno


Surpreso dessa atitude.


São José foi se afastando,


Meio triste, meio rude...



¬ Maria, Esposa querida,


Arrume a nossa bagagem,


E vá também se arrumar,


Que vamos fazer viagem...



Aqui, o Santo Menino,


Vendo tanta arrumação,


Foi perguntando ¬ Mãezinha,


Para onde é que vocês vão?...



Sempre humilde e obediente,


Calou-se a Virgem Maria,


E dando a Jesus um beijo


Respondeu que não sabia...



¬ Meu Filho ¬ (disse chorando


O nosso Pai São José)


Tornamos de novo ao mundo,


Voltamos a Nazaré...



¬ Pois então, ¬ disse o Menino,


¬ O Mandamento pratico:


Obedecendo a meus Pais,


No Paraíso não fico!...



Vendo os Apóstolos que o Mestre


Lá ia embora também


Disse João Evangelista:


¬ No Céu não fica ninguém!...



E os anjos logo disseram:


¬ Que querem, pois, que se faça?


¬ Sem Jesus e sem Maria


Já fica o Céu tão sem graça!...



Todos aí, se mexeram,


E cada qual, decidido


Foi arrumar a bagagem


No jubiloso alarido...



Houve um grande rebuliço


Entre os Anjos e entre os Santos


Profetas e Confessores


Anacoretas e quantos.



Na terra haviam seguido


Com sacrifícios e amor,


Os passos de Jesus Cristo,


A Lei Santa do Senhor...



São Pedro, à porta do Céu,


Espantado e obediente,


Olhava pro Pai Eterno,


E olhava praquela gente...



Sossegadinho, o devoto,


Diminuindo a agonia,


Sentado junto do saco,


Olhava tudo e sorria...



Fala, então, o Pai Eterno:


¬ Isto assim não pode ser:


¬ Sozinho no Paraíso


É que eu não posso viver!...



E disso logo a São Pedro:


¬ Venha esse homem para aqui:


¬ Vou reformar a sentença


Que contra ele escrevi!...



¬ É, de fato, escandaloso,


Nunca se ouviu “ab aeterno”


Que amigo de São José


Caísse um dia no Inferno...



¬ Perdôo, ¬ disse ao devoto,¬


Por minha grande clemência:


¬ Volte à terra mais um ano,


E faça lá penitência...



¬ Volte, depois, preparado


Pro rigoroso Juízo


E não venha cá meter


Desordem no Paraíso!...



São José sorriu contente,


Maria sorriu também,


E Jesus falou bem alto:


¬ Digamos todos: Amém!...



O Céu vibrou de alegria,


Anjos cantaram melhor...


E o devoto bateu palmas:


¬ SÃO JOSÉ É O AMOR!...



Isto vem mostrar à gente


O poder de São José:


¬ Quem queira mesmo salvar-se


Tenha nele muita fé!..."


sábado, 7 de agosto de 2010

"Maria e José educaram Jesus"


"Na vida transcorrida em Nazaré, Jesus honrou a Virgem Maria e o justo José, permanecendo submetido à sua autoridade por todo o tempo da sua infância e adolescência (cf. Lc 2, 51-52). Deste modo, lançou luz sobre o valor primordial da família na educação da pessoa. De Maria e José, Jesus foi introduzidona comunidade religiosa, frequentando a sinagoga de Nazaré.

Com eles, aprendeu a fazer a peregrinação a Jerusalém, como narra o trecho evangélico que a liturgia hodierna propõe à nossa meditação. Quando tinha doze anos, permaneceu no Templo, e os seus pais empregaram três dias para o encontrar. Com aquele gesto, fez-lhes compreender que Ele se tinha de "ocupar das coisas do seu Pai", ou seja, da missão que o Pai lhe confiara (cf. Lc 2, 41-52).

Este episódio evangélico revela a mais autêntica e profunda vocação da família: isto é, a de acompanhar cada um dos seus componentes pelo caminho da descoberta de Deus e do desígnio que Ele lhe predispôs. Maria e José educaram Jesus, em primeiro lugar, com o seu exemplo: nos seus pais, Ele conheceu toda a beleza da fé, do amor a Deus e à sua Lei, assim como as exigências da justiça, que encontra o seu pleno cumprimento no amor (cf. Rm 13, 10). Deles aprendeu que antes de tudo é necessário realizar a vontade de Deus, e que o laço espiritual vale mais que o vínculo do sangue.
A Sagrada Família de Nazaré é verdadeiramente o "protótipo" de cada família cristã que, unida no Sacramento do matrimônio e alimentada pela Palavra e pela Eucaristia, é chamada a realizar a maravilhosa vocação e missão de ser célula viva não apenas da sociedade, mas da Igreja, sinal e instrumento de unidade para todo o género humano.

Invoquemos agora, juntamente com a proteção de Maria Santíssima e de São José para cada família, de modo especial para as que estão em dificuldade. Que eles as sustentem, a fim de que saibam resistir aos impulsos desagregadores de uma certa cultura contemporânea, que debilita as próprias bases da instituição familiar. Ajudem as famílias cristãs a serem, em todas as partes do mundo, imagem viva do amor de Deus."

Sua Santidade, Papa Bento XVI, Mensagem do Ângelus, Festa da Sagrada Família de Nazaré, Domingo 31 de Dezembro de 2006.

domingo, 18 de julho de 2010

A humilde confiança de São José




Senhor, dai-nos a humilde confiança de São José na vossa Palavra;

concedei-nos o carisma da oração e do amor à Igreja,

que Santa Teresa também aprendeu com o esposo da Virgem Maria!